Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
24
Dez 16
publicado por José Carlos Silva, às 13:01link do post | comentar

Sempre gostei do Natal. É uma festa cheia de magia. Lembro-me do meu Natal quando era rapazinho ou mesmo adolescente. Era um Natal de festa e de alegria, uma alegria esfusiante. Éramos muitos, alegres e brincalhões, que disfarçavam o parco Natal, feito de pequenas coisas, com a alegria daquele dia. A família reunia-se. Era uma festa feita de coisas pequenas, insignificantes, mas que contavam: naquele dia tudo parecia brilhar. Éramos muitos e a alegria vertia-se a rodos. As prendas eram simbólicas: apareciam nas chancas que eram colocadas na lareira. Havia alegria e era uma festa! A noite de Natal era um sonho feito alegria. Que saudades eu tenho desses tempos de Natal feito de festa e de alegria!

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09
Nov 16
publicado por José Carlos Silva, às 17:58link do post | comentar

Trump ganhou. Já há tempos atrás Brexit tinha ganho. Hilary perdeu, tal como a Europa. Os democratas americanos, a Esquerda de lá, acordou horrorizada e a europa também do Brexit.

A europa aprendeu? Julgo que não.

Os americanos continuarão a ser os senhores do mundo. E a europa? A europa continuar a ser o velho continente que ainda não conseguiu erguer-se, encontrar o caminho.

Depois de Brexit, depois de Trump, o que faz a Europa? Assobia para o lado.

A seguir teremos a França a votos. Depois a Alemanha. Depois a Itália. E a Europa está à espera que o stattu quo se mantenha? É evidente. Por isso a Europa assobia para o lado com Brexit e Trump. Diz: não acontecerá mais nenhuma igual a esta. 

Esperemos, pois, pela França, pela Alemanha e pela Itália. E depois ver-se-á...

Será que a europa assobiará?


16
Out 16
publicado por José Carlos Silva, às 14:31link do post | comentar

O general e a intensa pré-campanha eleitoral de Pedro Machado!

Em Lousada, o PS nunca abandonou a Campanha Eleitoral. Nos últimos 3 anos Pedro Machado, o presidente da Câmara, tem misturado o institucional com uma porfiada pré-campanha eleitoral. Mais: a estratégia é essa mesma: fazer campanha à boleia do que é institucional, fazendo uma mistura do que é partidário com o que é institucional.
A pré-campanha socialista, em Lousada, já dura 3 anos e semana a semana promete mostrar-se mais intensa.
A prova: basta seguir os jornais, as rádios e as redes sociais. O que afirmo é indesmentível.
E quem está por detrás de tal intensiva pré-campanha eleitoral socialista?
- O General. É claro.

 


25
Set 16
publicado por José Carlos Silva, às 09:40link do post | comentar

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18
Ago 16
publicado por José Carlos Silva, às 14:47link do post | comentar

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Ganhar os jovens, vencer.

 

No pós-25 de abril eram as vozes dos avós que ditaram a liberdade. A consolidação da democracia fez-se com a voz avisada dos pais. E o país caminhou, rumou para a Europa, abriu-se ao Mundo. Depois veio a geração da efemeridade, da ilusão: a abastança dos Fundos Estruturais, vindos da Europa deu lugar ao novo-riquismo, permitindo o surgimento de uma nova geração muito mais letrada. Dela surge a atual geração:  mais completa, mais liberta, composta de jovens licenciados, de mestres e doutores, que sabem o que querem e que sabem para onde querem ir. A educação estendeu-se a todos os estratos sociais e a sociedade tornou-se, aparentemente, muito homogénea na sua diversidade.

Os jovens passam a comandar a sociedade. Bem preparados, com opinião própria, empreendedores, procuram mudar na adversidade e comandam ao pormenor os acontecimentos do quotidiano, ao pormenor. São eles o motor da mudança, a única razão que pode levar o país a crescer. São eles que podem fazer a mudança política. Está nas mãos deles mudar o atual rumo. E está nas mãos dos partidos políticos aproveitarem este saber aplicado à política. São eles que, atualmente, educam e motivam os pais e os avós para a política. Cabe aos partidos políticos aproveitarem esta força motivadora, projetando a mudança. Pois, hoje não é o jovem que pergunta ao mais velho qual é o partido que deve governar, aquele em quem deve votar?! Hoje é o inverso: o mais velho é que pergunta ao mais novo em quem há de votar, que caminho deve seguir, em quem deve acreditar. É, pois, nos jovens que está a diferença, que está a vitória.

José Carlos Silva, In Diário, 18 julho 2016


09
Ago 16
publicado por José Carlos Silva, às 21:02link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 20:52link do post | comentar

ME proíbe TPC nas AEC



 by Rui Gualdino Cardoso.



 Sim, havia. Mas agora o ME tomou uma posição e bem tomada...



As entidades promotoras das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), destinadas aos alunos do 1.º ciclo,

 

devem evitar que estas sejam “um prolongamento de actividades formais de ensino e garantir que tenham um carácter

 

“eminentemente lúdico”, estipulou o Ministério da Educação num conjunto de normas que foram agora enviadas às escolas.As AEC são de oferta obrigatória, embora a sua frequência seja facultativa, ou seja, os pais podem decidir se os filhos as realizam ou não.



 

O ME já estabeleceu também que estas só poderão realizar-se após o termo das aulas, às 16h30, e não antes do seu início ou durante o período lectivo, como sucedia com frequência.

 

Nas normas enviadas às escolas, o ministério frisa que estas actividades devem responder “às expectativas das crianças e da sua formação integral, aumentando o leque de experiências que cada um dos alunos vivencie”.

 

 

Deste modo, acrescenta, no momento de planificação das AEC as escolas devem, entre outras vertentes,

- “valorizar as expressões culturais locais”,

-“criar oportunidades para que os alunos possam escolher livremente entre diferentes actividades e projectos”

- “privilegiar a metodologia de projecto com a intenção primordial de dar voz aos alunos, a fim de gerar aprendizagens significativas e uma visão global das situações”. in Público by Clara Viana


30
Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 09:45link do post | comentar

Quando te sentires seguro no castelo conquistado, vela, cuida pelo teu quotidiano, pois em cada esquina há mil olhos para te derrubarem. Cumpre a serenidade dos dias, caminha sempre como se caminhasse para o poder; nunca mergulhes no engano. Enfatizo: conquistado o poder guarnece os flancos, pois o esplendor do poder limita o discernimento.

E nunca esqueças: os filhos dos perdedores vão querer derrotar-te; e se não forem eles, serão os filhos dos filhos. Demora, mas vencerão. Não esqueças: o filho de um perdedor juntamente com os filhos dos outros perdedores,

reunirão os guerreiros que farão a caminhada para o poder. Por isso, nas tuas mãos reside a sageza do não poder. Neste contexto manda a regra número um é: dar aos perdedores a ilusão que também são poder. Isto é, tê-los ao teu lado, nunca longe, pois as ovelhas devem estar sempre com o seu rebanho

Assim, tudo dependerá de ti, só de ti.

José Carlos Silva

 

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19
Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 19:51link do post | comentar

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Será como Honorato entender. E tem de ser. Nunca o caminho foi tão estreito para almejar o poder. Entre perder já ou poder vencer, eu espero que Honorato escolha o vencer. Não é fácil...O orgulho limita o discernimento, o objetivo primeiro. Muitas das vezes é preciso trincar a língua até fazer sangue, como noutras épocas os homens bons se chicoteavam para manterem o rumo certo e não caírem em tentações. Esta é a época de driblar as tentações, não o conseguir é fatal.
 
In Monólogos de Joaquim Maria Pingão

14
Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 14:24link do post | comentar

 

Há modas eternas e outras que vão e vêm. Há manias que passam e outras que se repetem até à náusea, ad eternum. Há velhas estratégias que nunca se esquecem: ora estão em pousio ora regressam em força, se assim der jeito. E há bons filhos e boas filhas. E há bons filhos e boas filhas da mãe. Os primeiros passam despercebidos, ninguém dá por eles. Os segundos notam-se, evidenciam-se. Uns e outros, umas e outras, vão e vêm. Os segundos esquecem a essência da vida: hoje mandam os uns, amanhã mandarão os outros! Mas os filhos da mãe, mas as filhas da mãe, jamais aprendem a lei da vida: vivem o e para o momento. É pena!

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