O que mais gosto na forma como Pedro Passos Coelho marca a agenda política é a subtileza como encosta José Sócrates e o PS às cordas, delimitando-lhe o campo de acção.
Irreal é ver alguns aprendizes de feiticeiros não sonharem tal realidade. Passam a vida a disparar na sua verdura e inconsequência. Verdes anos que se espraiam em descontinuidades políticas.
Enfim!
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