Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
12
Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 11:08link do post | comentar

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05
Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 19:20link do post | comentar

Ver antes de ver dói, dilacera a alma. Ver próximos a «espetar a faca» e nada poder fazer, pois nem sempre o destino está nas mãos, mesmo possuindo o livre arbítrio, sabendo que o diabo está nos detalhes e são eles, os detalhes, que nos escapam, mas não escapam ao diabo. Há o retorno? Claro que há.E é cruel. Pode não acontecer na primeira geração, mas há uma geração que ha de tropeçar e pagar a divida. O mal acarreta um mal ainda maior E como diz o velho aforismo: «Se não paga o pai, paga o filho.» A lei do retorno é muito justa.

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Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 10:21link do post | comentar

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Um dia vão querer medalhar-me. Um dia vão querer honrar-me em nome do meu desassombro e da minha coragem para o combate, para a luta, em nome dos meus ideais, da liberdade, das liberdades, do bem, da igualdade e da justiça. Um dia vão querer medalhar-me por nunca me ter calado, por sempre ter dito não àquilo que considerei menos bem ou mal, por sempre ter defendido os meus ideais. É isso que eles me dirão. É nisso que eles quererão que eu acredite que seja a principal razão, a verdade perfeita. Mesmo que não o seja. E não o será. Claro que não o será. A razão para quererem um dia espetarem uma medalha no meu peito é não admitirem, mais uma vez, que concordam com a minha verdade, uma ínfima parte dela que seja. Não concordam.

Medalhar-me vai ser a tentativa vã de corromper-me, de suavizar o peso de toda a verdade, do impacto da verdade escrita ao longo de todos os anos. Será quase como uma lavagem do efeito direto da verdade na opinião dos outros. Pois, o que pensarão os outros de um homem livre que sobe a um palco e se deixa seduzir por uma medalha, um aperto de mão, umas palmadas nas costas, uns breves elogios e uma saraivada de aplausos? O que pensarão os outros? Mais um daqueles que afirmou, anos e anos a fio, ser impoluto e imune a tudo e a qualquer intenção, menos a uma medalha. O que diz a raia miúda? É igual a esses badamecos que vivem para honrarias, para o poder, para viverem do poder. Esse poder não honrará, não o medalhará, não projetará. Pelo contrário, a medalha, o momento, a festa que lhe farão, será a festa desse mesmo Poder, dos detentores desse Poder e ele não passará de um mero figurante.

Um dia vão querer medalhar-me. Nesse dia não posso esquecer-me que a festa não será minha, mas dos detentores do Poder.


05
Jun 16
publicado por José Carlos Silva, às 09:15link do post | comentar

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Militantes tentam antecipar eleições no PSD-Porto

MARGARIDA GOMES  Público

04/06/2016 - 06:35

Provedor da Santa Casa da Misericórdia é o primeiro subscritor de uma carta escrita ao presidente da distrital do partido.

Um grupo de figuras do PSD defende a realização de eleições para a comissão política distrital do Porto ainda em 2016, porque entende que a gestão do processo das eleições autárquicas deve ser feita por uma nova equipa, e não pela actual cujo mandato termina no final do ano. Alegam que Virgílio Macedo, actual presidente, não pode recandidatar-se a mais nenhum mandato e que “manda o bom senso que seja uma nova liderança a acompanhar o processo eleitoral”.

“O mandato é de dois anos e não queremos que uma estrutura distrital que perca a sua legitimidade democrática conduza o processo autárquico. É uma questão de bom senso”, afirma o líder da concelhia do PSD-Porto, Miguel Seabra, lembrando que o processo autárquico vai iniciar-se em Outubro.

O provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, António Tavares, é o primeiro subscritor de uma carta que um grupo de sociais-democratas escreveu há dias ao actual líder da distrital, a apelar a Virgílio Macedo que reflicta sobre as ”vantagens de o próximo processo eleitoral autárquico ser lançado, preparado e gerido por uma equipa que estará legitimada para esse efeito”.

Ao que o PÚBLICO conseguiu saber, além de António Tavares, que tem responsabilidades na distrital, subscrevem a carta representantes de várias estruturas do partido: Miguel Seabra, presidente da concelhia do PSD-Porto; António Rocha, conselheiro nacional do partido (secção de Gaia); Afonso Oliveira, ex-deputado e presidente da mesa da secção da Póvoa de Varzim; Leonel Vieira, vereador da Câmara de Lousada  e ex-líder da concelhia; Nuno Sá Costa, líder da concelhia de Baião; Rui Quelha (da secção de Gondomar), ex-vereador da Câmara do Porto; e José António Barbosa, arquitecto e vice-presidente do PSD de Matosinhos (um dos nomes falados para disputar as eleições autárquicas em Matosinhos), estão entre os signatários. 

O líder actual da bancada do PSD na Assembleia Municipal de Gaia e o seu antecessor, Ricardo Bessa e Pedro Sousa, também subscrevem a carta.

“Não faz sentido que seja a actual equipa distrital a lançar o processo eleitoral e que a campanha eleitoral seja depois preparada pela nova comissão política distrital, entretanto, eleita. O processo tem de ser único”, afirma o deputado Paulo Rios, um dos mentores da carta. “Foi feito um pedido para que houvesse da parte da comissão política distrital e da assembleia distrital uma reflexão no sentido de deixar que seja a nova direcção a trata do dossiê das autárquicas”, revela o deputado Paulo Rios, frisando que “esta iniciativa não é contra ninguém”. “Trata-se de uma carta serena e muito responsável”, acrescenta.

Leonel Vieira explica que subscreveu a carta com o objectivo de alertar os órgãos distritais para a questão das autárquicas. “Faz todo o sentido que seja a nova distrital a liderar e a escolher as equipas autárquicas”, reforça o vereador da Câmara de Lousada, sublinhando que “nada” o move contra distrital.” Faz todo o sentido que seja a mesma comissão política a liderar do princípio ao fim do processo eleitoral do próximo ano”.

O PÚBLICO contactou o presidente da distrital, mas até à hora do fecho desta edição, Virgílio Macedo não se mostrou disponível.

 


24
Mai 16
publicado por José Carlos Silva, às 21:28link do post | comentar

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Câmara Municipal de Lousada: Festas não deixam dinheiro para honrar compromissos com as Juntas de Freguesia

 

Em virtude do contrato assinado com as juntas de freguesia, por imperativos legais, a Câmara Municipal de Lousada está obrigada a cumprir um calendário de transferências financeiras para aquelas entidades.

 No entanto, tal como foi denunciado pelo vereador Leonel Vieira, na última reunião de câmara, a autarquia não está a cumprir o contrato assinado, visto que a última transferência estava prevista para abril, mas as juntas não receberam ainda qualquer valor.

Confrontado com o problema, o presidente da Câmara respondeu que se tratou de um esquecimento por parte dos funcionários dos serviços financeiros do município, adiantando que dificilmente o montante em causa será pago na totalidade este mês.

Para Leonel Vieira, este argumento é uma acusação injusta aos funcionários, porque “todos percebemos que a Câmara Municipal de Lousada não pagou porque não tinha dinheiro disponível, como ainda hoje não tem, conforme se percebeu pelas respostas do Presidente”, disse o vereador.

É lamentável, segundo Leonel Vieira, que o executivo socialista se vanglorie da “situação financeira invejável” e posteriormente tenha de admitir que o “o dinheiro não chega para tudo e que há que optar! As festas e festinhas também custam muito dinheiro”, rematou o vereador.

In PSD Lousada.


25
Abr 16
publicado por José Carlos Silva, às 13:15link do post | comentar

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Presidencialismo à Portuguesa, à Marcelo Rebelo de Sousa.

Marcelo Rebelo de Sousa produziu um discurso que ficará para a história. Ele que construiu os alicerces da atual constituição, iniciou hoje a edificação de uma Nova Constituição na Casa Mãe da República Portuguesa, e perante todos aqueles que a devem subscrever. Genial! E o Primeiro Capítulo desenhado foi o PRESIDENCIALISMO, que se ergueu em todo o seu esplendor. Marcelo Rebelo de Sousa, desde que foi eleito, tudo tem feito para comandar o governo e a oposição. Hoje, na Assembleia da República, erigiu-se como presidente de um Regime Presidencialista ao proferir um discurso em que EXIGE um entendimento à direita e à esquerda, ao proferir um discurso em que deseja um Bloco Central, e de preferência Atlantista. - Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidencialista.


16
Abr 16
publicado por José Carlos Silva, às 15:21link do post | comentar

Homilia de quem caminha.

«1 – Perfila-se o candidato ao lugar. 2 – O candidato faz a sua equipa, recheando-a dos melhores. 3- Vai a votos. É eleito. 4- Depois espera um tempo até ao Ato de Posse. É dos livros: ou porque é necessário receber os dossiês ou porque não passar a imagem de sofreguidão pelo poder. 5 – Por fim, marca o evento, a sua própria sacralização, a tomada do seu próprio poder, um poder que não é apenas seu, mas de todos aqueles que o acompanham, de todos aqueles que estarão presentes no Ato de Posse. Porque será isso que os unirá. 6 – Por isso mesmo, o ato é preparado ao milímetro, ao mais ínfimo pormenor. Marcam-se reuniões. Primeiro reúne o dito Núcleo Duro. Depois Um Grupo Um Pouco Mais Alargado. E, por último, o Grupo Permanente. Este reúne para «afinar» tudo ao pormenor, para que nada falhe. Estrutura, delineia, afina o evento. Anuncia os objetivos, proclama os oradores externos que estarão presentes e a sua relevância. Mais importante: define a tarefa de cada um e a imperiosa premência de a mesma ser cumprida. Resolve, também, o local do evento, determina quem cuida da cenografia e do sucesso do evento, comete responsabilidades: decoração da sala; tipologia das mesas e sua disposição, e sua proximidade às mesas principais; quem se senta ao lado de quem e segundo que critério (mesas principais); alinhamento das palavras (quem fala, quando fala, e qual a ordem); 8 – Por último, a sala respira alegria, caminha-se.»

In Honorato


08
Abr 16
publicado por José Carlos Silva, às 20:42link do post | comentar

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A demissão de João Soares e a força das Redes sociais.

 

João Soares queria demitir-se? Não. E porque é que o fez? Não tinha saída, dizem todos agora. Mas ninguém o disse de imediato quando João Soares ameaçou DAR DUAS BOFEATADAS em dois cronistas do Jornal Público.

As Redes Sociais entraram num processo de bola de neve e o poste de João Soares tornou-se viral, pela negativa. A Comunicação Social, a Imprensa, até a um certo ponto quieta, muda, serena; acabou por sair da sua zona de conforto, apesar da chatice de ser João Soares. E fez o seu papel: deu eco ao facto.

Os portugueses, mesmo aqueles que não navegam online, mesmo aqueles que não ligam puto à política, ficaram a saber que o ministro da cultura, um tal João Soares, tinha ameaçado dois cronistas de um jornal.

Sem saída, o ministro João Soares, demitiu-se. O primeiro tiro foi dado no frágil, muito frágil porta-aviões, a geringonça socialista.

Uma pergunta: se esta pressão mediática acontecesse a nível local, no Poder Local, através das Redes Locais, e mesmo da imprensa, acredito que havia presidentes de câmara que nem um mandato cumpriam.

Vai uma apostinha?

 


25
Mar 16
publicado por José Carlos Silva, às 11:59link do post | comentar

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A Juventude Social-Democrata (JSD) propõe a realização de eleições primárias no PSD para a escolha do candidato a primeiro-ministro e o fim da obrigação de pagamento de quotas dos militantes para tornar o financiamento partidário quase exclusivamente público. As propostas constam da moção que a JSD leva ao congresso social-democrata, no próximo fim-de-semana, em Espinho.

O texto – a que o PÚBLICO teve acesso – reflecte a preocupação relativamente ao afastamento dos eleitores da política e com os elevados níveis de abstenção. Para envolver mais os cidadãos na vida partidária, a JSD quer que simpatizantes e militantes possam participar na escolha interna do candidato a primeiro-ministro desde que essa pessoa não esteja a exercer o cargo naquele momento como acontece agora com Pedro Passos Coelho, que está na oposição. Até agora, o PS foi o único partido a pôr em prática este modelo de escolha de candidato a primeiro-ministro. A iniciativa partiu do antigo secretário-geral, António José Seguro, quando foi desafiado por António Costa a disputar a liderança do PS em 2014.

Ao mesmo tempo que defende uma abertura do partido à sociedade civil, a JSD quer acabar com o pagamento de quotas dos militantes e tornar o financiamento partidário maioritariamente público. Passariam a ser permitidas doações financeiras mas que teriam de ser públicas e registadas online. “Os militantes têm que ter as quotas em dia para eleger e serem eleitos. Embora as quantias não sejam elevadas, choca-nos esse princípio. Estes são os custos da democracia”, justifica o líder da JSD, Cristóvão Simão Ribeiro.

Outra das alterações propostas é a de tornar o voto preferencial nas legislativas. Em cada círculo eleitoral, os eleitores poderiam ordenar, de acordo com a sua preferência, os candidatos do partido em que querem pôr a cruz. Uma proposta que constava do programa eleitoral da coligação PSD/CDS “Portugal à Frente” (PAF) nas últimas legislativas, em 2015, e que já tem sido defendida por Passos Coelho. O líder social-democrata recuperou agora também a proposta e inscreveu-a na sua moção de estratégia global com que se apresentou como candidato a presidente do partido.

Além do voto preferencial, a JSD prevê a criação de um círculo nacional de compensação com escolhas de candidatos por parte da comissão política nacional. O objectivo é suavizar a imposição da direcção nacional dos partidos de candidaturas “pára-quedas” nos vários distritos e dar espaço aos candidatos locais que passariam a ser avaliados pelos eleitores pelo seu mérito. A proposta visa dar peso ao voto dos eleitores. “Ao fim de quase 42 anos de democracia, o sistema atingiu um limite de exaustão. As pessoas pensam que o seu voto não decide coisa nenhuma porque votam em listas fechadas. Assim estaríamos a dar à sociedade civil maior poder de decisão e aumentar a participação cívica”, justifica Simão Ribeiro.

O incentivo ao voto reflecte-se também na proposta de trabalhar para pôr em prática o sistema electrónico que permite facilitar a vida aos eleitores que estão deslocados como os estudantes, por exemplo. A ideia também já estava no programa eleitoral da PAF nas últimas legislativas e era proposta como um projecto-piloto.

A possibilidade se se votar em qualquer círculo eleitoral, independentemente de ser ou não o de origem, estava igualmente prevista no programa eleitoral do PS às legislativas de 2015. A esta alteração, a JSD acrescenta a proposta de que seja acrescentada a data de nascimento ao número de eleitor, o que permitiria não só actualizar os cadernos eleitorais como perceber quais as camadas etárias mais absentistas.

A moção será apresentada no congresso assim como outras com carácter temático. Só os candidatos a líder do PSD podiam apresentar uma moção de estratégia global. O único candidato a presidente da comissão política nacional, Pedro Passos Coelho, foi eleito no início deste mês, com mais de 95% dos votos.

In Sofia Rodrigues, Público 25 de março de 2016

Moção da ‘jota’ ao congresso do PSD está centrada numa proposta de reforma do sistema político e partidário.

Cristóvão Simão Ribeiro admite doações financeiras, desde que sejam públicas GONÇALO GUEDES/NFACTOS

 
Foto de Pensar Lousada.

04
Mar 16
publicado por José Carlos Silva, às 21:08link do post | comentar

(...)

Agostinho-Ribeiro-featured.png

 

«A Câmara Municipal de Lousada não tem demonstrado qualquer visão. Não a vemos apoiar as empresas do calçado, e do Vestuário; não a vemos estratégias de apoio na sensibilização para a importância destes setores no futuro e na resposta que pode dar ao início no mercado de trabalho dos jovens, não há estratégia de divulgação dos produtos Lousadenses e seu escoamento.
Enquanto alguns concelhos criam uma “marca local”, apostam em comunicação e marketing industrial, promovem as indústrias e comércio regionais, (ex. o fumeiro de Monte Alegre), melhoram as condições dos Clusters, em Lousada só vemos apatia.
Porém quando a Coligação Lousada Viva chama a atenção para esta realidade, o Partido Socialista vira a cara para o lado! Quando lembramos a importância de mudar a mentalidade da Sociedade para uma visão mais aberta, deparamo-nos com o “ complexo de perseguição” de quem se fecha sobre si próprio.
Perante as críticas construtivas do PSD e do CDS de Lousada, o presidente de Câmara responde com ataques pessoais, insultos e falta de respeito.
É notório que o presidente da Câmara de Lousada está hoje mais ocupado em “ dar o dito por não dito”, em aplaudir as mesmas medidas que no passado criticava, apenas porque mudou o Governo.
Porém, quando confrontado com a sua falta de iniciativa, fica enervado e não sabe o responder, apenas o insulto e ataque pessoal.
Tal como já vi acontecer a muitos, quando este autarca perder eleições nunca saberá as razões da derrota ……..»
In Jornal Verdadeiro Olhar, Agostinho Gaspar, Presidente do PSD Lousada


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