Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
19
Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 19:51link do post | comentar

tentacao-provaçõa.jpg

 
Será como Honorato entender. E tem de ser. Nunca o caminho foi tão estreito para almejar o poder. Entre perder já ou poder vencer, eu espero que Honorato escolha o vencer. Não é fácil...O orgulho limita o discernimento, o objetivo primeiro. Muitas das vezes é preciso trincar a língua até fazer sangue, como noutras épocas os homens bons se chicoteavam para manterem o rumo certo e não caírem em tentações. Esta é a época de driblar as tentações, não o conseguir é fatal.
 
In Monólogos de Joaquim Maria Pingão

14
Jul 16
publicado por José Carlos Silva, às 14:24link do post | comentar

 

Há modas eternas e outras que vão e vêm. Há manias que passam e outras que se repetem até à náusea, ad eternum. Há velhas estratégias que nunca se esquecem: ora estão em pousio ora regressam em força, se assim der jeito. E há bons filhos e boas filhas. E há bons filhos e boas filhas da mãe. Os primeiros passam despercebidos, ninguém dá por eles. Os segundos notam-se, evidenciam-se. Uns e outros, umas e outras, vão e vêm. Os segundos esquecem a essência da vida: hoje mandam os uns, amanhã mandarão os outros! Mas os filhos da mãe, mas as filhas da mãe, jamais aprendem a lei da vida: vivem o e para o momento. É pena!

bons-e-conselhos-maus-48623643.jpg

 


16
Jan 14
publicado por José Carlos Silva, às 21:37link do post | comentar

O poder é um fascínio. - Realidade palpável e visível. O poder é uma mulher coquete e inebriante.

Não o ter é não ter alma. Tê-lo é o caminho mais rápido para a perdição, pois até o poder tem lei.

 

tags:

28
Jul 13
publicado por José Carlos Silva, às 23:40link do post | comentar

Seria cruel ter o pássaro na mão e não o saber conservar por erros de cálculo, desvirtuamento de última hora ou quimeras impossíveis.

Sejamos pragmáticos: a política é a arte do possível, nada se inventa, há sempre a hora em que o líder tem a estranha função – porque só a ele esse poder pertence – de decidir. Quando é chegado esse momento, o resto nada importa, pois é um momento sagrado. E poder, é decidir.


01
Mai 12
publicado por José Carlos Silva, às 11:34link do post | comentar

tags:

27
Ago 11
publicado por José Carlos Silva, às 21:10link do post | comentar

 

«(…) se o ouro é o primeiro poder deste mundo, o segundo é a imprensa. É necessário que os nossos presidam à direcção de todos os jornais diários de todos os países. Uma vez donos absolutos da imprensa, poderemos modificar as opiniões públicas sobre a honra, sobre a virtude, sobre a rectidão, e lançar o primeiro assalto à instituição familiar. Simulemos o zelo pelas questões sociais que estão na ordem do dia, é necessário controlar o proletariado, inserir os nossos agitadores nos movimentos sociais e fazer com que o possamos sublevar quando quisermos, impelir o operário às barricadas, às revoluções, e cada uma destas catástrofes aproximar-nos-á do nosso único fim: o de reinar sobre a Terra, como foi prometido ao nosso primeiro pai Abraão. Então, o nosso poder aumentará como uma árvore gigantesca, cujos ramos trarão os frutos que se chamam riqueza, prazer, felicidade, poder, (…).

 

Umberto Eco, O cemitério de Praga

tags:

14
Abr 11
publicado por José Carlos Silva, às 19:28link do post | comentar

O primeiro lugar de intervenção das crenças são os desejos. Se alguém pudesse controlar os desejos dos outros, possuiria uma das chaves - mestras do poder. Isto pode fazer-se de duas formas:

a ) Despertando um desejo ou uma necessidade.

b)Aparecendo com quem pode satisfazer esses desejos ou necessidades, isto é, como possuidor do poder.

MARINA, José Antonio – A Paixão Do Poder, Editora Esfera dos Livros, 2009, p. 89.

tags:

12
Set 10
publicado por José Carlos Silva, às 14:16link do post | comentar

 

Há muito boa gente que acha que o que importa é ganhar eleições. O importante é conquistar o poder. Para mim é primacial, uma e outra coisa, isto é, as duas coisas em simultâneo: ganhar eleições e conquistar o poder em absoluto.

Não importa só vencer, é necessário conquistar o poder para ter margem de manobra para agir e poder governar sem amarras.

É fundamental ter o caminho livre para implementar as medidas e as reformas que este país precisa nas diferentes áreas.

E para isso não basta ganhar eleições é preciso conquistar o poder.

tags:

16
Jul 10
publicado por José Carlos Silva, às 09:17link do post | comentar

Pedro Passos Coelho já conseguiu ultrapassar vários obstáculos, mas continuo a afirmar: o caminho mais difícil está por percorrer. Há um dado adquirido: estão reunidas todas as condições para alcançar o poder. Cabendo aos portugueses a escolha quando chegar a hora.

tags:

12
Jul 10
publicado por José Carlos Silva, às 15:08link do post | comentar

 

Maquiavel viveu no século XV (cito de memória), legando aos «artistas» - pequenos e grandes – da política um arsenal imenso de artifícios que permitem a estes fazerem do Sol parecer a Lua, o Dia ser Noite, e com o ar mais inocente do mundo terem sempre razão. Maquiavel deve rir-se a bom rir. E não é por acaso que há silêncios que se tornam ensurdecedores. E há momentos em que nem o silêncio é já capaz de evitar o desastre. Ninguém é dono do destino. Muito menos em política. Daí o PS e o governo terem o dever de beber o cálice até ao fim e o PSD tem – e deve - de cumprir o seu o seu destino: ser uma oposição construtiva.

Porque vive-se em Portugal um triste fado: disfarça-se a realidade sorrindo sem vontade e vai-se levando a vida sabendo que tudo mudará com o destino. É uma filosofia prosaica mas resume-se um pouco a isto: assobiar para o lado e deixar que a chuva passe sem que ninguém se molhe. Quem hoje governa Portugal tem a clara noção de que já não basta tentar agradar aos sectores em quem «malhou», nem suavizar dando e sorrindo, fazendo tudo para que aqueles que fizeram com que perdesse a maioria absoluta regressem ao redil e nele voltem a votar. Esta é uma estratégia errada. Pelos vistos os portugueses têm memória e não perdoam e não são mais cordeiros.

O maior problema deste governo é o estado caótico a que chegou a economia e as finanças deste país. Já não dá para disfarçar, a manta já não cobre tudo, pelo contrário.

O PSD ajuda com uma mão e tira com quatro ou cinco. Um dilema para o PS quão aflito está. Coitado de quem precisa. E Pedro Passos Coelho vai dando e vai tirando e Sócrates e o PS vão-se chamuscando em lume brando.

E o PSD vai-se abrindo à sociedade civil (Jornadas Parlamentares) e o cheiro de poder é cada vez mais intenso: Campos Cunha, Hernâni Lopes, entre outros.

 

tags:

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
Dezembro 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23

25
26
27
28
29
30
31



contador visitas en mi pagina
comentários recentes
Tão querido :')Beijinhos
subscrever feeds