Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
31
Mai 13
publicado por José Carlos Silva, às 21:13link do post | comentar

 

 

Valeu de alguma coisa a esta direita e a este centro-direita essa mania da abrangência, esse amor acrisolado ao adversário, essa obsessão da equidistância? Com a timidez desconvocaram o descaramento e a irresponsabilidade dessa esquerda que nos trouxe à ruína? Com a sua complacência obtiveram alguma complacência desses movimentistas de segunda, que devem ao acaso a Câmara de Lisboa (onde fizeram pior que nada) e a presidência da República (onde derrubaram governos legítimos por não serem da cor) ? Travaram alguma peixeirada indigna antes, durante e depois de um conselho de Estado? Com a tecla gasta do consenso chamaram à razão algum velho senil e incendiário? Impediram que algum acesso de histeria ou demência lançasse apelos públicos à violência, que, em rigor, devem merecer a atenção da Justiça de um Estado democrático? Estão essa direita e esse centro-direita contentes com o ódio dos seus adversários (que voltam a não temer proclamá-lo) e a estranheza do seu eleitorado? Não aprendem nunca?

 

publicado por José Mendonça da Cruz, in Corta-Fitas

 


publicado por José Carlos Silva, às 19:56link do post | comentar

conferir

 

in 31 da armada, Filipe Nascimento.


publicado por José Carlos Silva, às 19:32link do post | comentar



 



Os novos programas de matemática para o ensino básico têm influência asiática e norte-americana. As minhas dúvidas sobre a eficácia da influência norte-americana, onde há de tudo um pouco: do mau ao excelente. Quanto à influência asiática, nada a opor, tudo  a favor, sobretudo se essa influência vier de Singapura e Coreia do Sul, os dois países com melhores programas e práticas de ensino da matemática do Mundo.



 

Os alunos do 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos serão os primeiros a experimentar em setembro um novo programa de Matemática, com influência no ensino asiático e norte-americano, revelou um dos autores do projeto. Fonte: DN

Não vale a pena andar a inventar o que já está inventado; basta adaptar aquilo que os países com desempenho excelente na matemática fazem há muitos anos.







publicado por José Carlos Silva, às 18:39link do post | comentar
“Lousada é um concelho cheio de potencialidades e oportunidades para crescer”
31/05/2013, 15:23

 

 

Leonel Vieira, apresentou na última sexta-feira, no auditório municipal, completamente lotado, a candidatura à autarquia lousadense pela Coligação Lousada Viva, constituída pelo PSD e CDS-PP.
A cerimónia foi aproveitada para presentar a Comissão de Honra, composta por 33 lousadenses e o mandatário Carlos Santos Costa, um médico-cirurgião.
Estiveram presentes os presidentes das distritais portuenses de ambos os partidos, Virgílio Macedo (PSD) e Álvaro Castelo Branco (CDS-PP), bem como os deputados sociais-democratas Adriano Rafael e Simão Ribeiro, bem como Presidente da Câmara de Felgueiras, Inácio Ribeiro.

“A juventude é um dos principais ativos deste concelho”

O rosto da coligação,  salientou que “Lousada é um concelho cheio de potencialidades e oportunidades para crescer. É uma terra de cultura, de trabalho e de juventude. Somos, e digo-o com orgulho, o concelho mais jovem de Portugal. A juventude é um dos principais ativos deste concelho e precisa de ser apoiada”.

“Não vamos denegrir a imagem dos nossos adversários”

Por outro lado, apelou ao envolvimento de todos na construção de uma alternativa ao atual modelo socialista, lembrou as eleições de 2009, em que  PSD/CDS-PP conseguiu eleger mais um vereador, vencer mais juntas de freguesia que em autárquicas anteriores e aumentar o número de membros na Assembleia Municipal. "Hoje, quatro anos depois, estamos mais fortes, mais motivados, mais decididos e focados em apresentar às pessoas um projeto para servir Lousada e os lousadenses. Estamos determinados a liderar um novo projeto de desenvolvimento económico e social que coloque as pessoas no centro das decisões políticas, ouvindo-as e trabalhando com elas. Este ano, inicia-se um novo ciclo político em Lousada. Esta é a oportunidade que está ao nosso alcance para escrevermos um novo capítulo na história do nosso grandioso e maravilhoso concelho", adiantou, afirmando que irá fazer uma campanha pela positiva: “não vamos denegrir a imagem dos nossos adversários políticos e as suas opções para o município”.

“Promover o emprego, a cultura, a educação, o património e o turismo”


Leonel Vieira prometeu, caso seja eleito, criar um Conselho Estratégico Municipal, composto por vários atores e agentes económicos do concelho, tendo como objetivo potenciar o desenvolvimento integral e sustentado de todo o município, promover o emprego, a cultura, a educação, o património e o turismo.

Líderes das distritais relevam capacidades do candidato 

Os líderes distritais do PSD e do CDS-PP, Virgílio Macedo e Álvaro Castello Branco,  deixaram palavras de incentivo ao candidato e aproveitaram para, mais uma vez, lembrar que as próximas eleições autárquicas em Lousada vão marcar o fim de um ciclo político. "Está a fechar-se um ciclo e cabe aos eleitores mudar, mas ao mudar devem fazê-lo de forma fundamentada e o Leonel é a opção certa", disse Virgílio Macedo, reforçando que o "candidato é alguém conhecido, já com trabalho feito no concelho em prol das pessoas".
O líder da distrital do PSD reforçou ainda os tempos difíceis que o país atravessa e o desafio que é abraçar um projeto como este, no entanto, realçou que o candidato nunca abandonaria os lousadenses. "Era impensável para Leonel Vieira virar as costas aos lousadenses e é, por isso, que acredito que os valores da Lousada Viva vão ser reconhecidos positivamente pelas pessoas. O Leonel Vieira não é um desconhecido dos lousadenses. Foi candidato há quatro anos e numa atitude de humildade e ascensão plena dos seus deveres de cidadania manteve-se em funções como vereador e não abandonou os munícipes. O próximo presidente terá de ter em conta que uma maior preocupação social, centrar a sua ação política naquelas que são as prioridades dos mais vulneráveis. As próximas autárquicas serão assim uma oportunidade para ter um futuro que quer e merece", reforçou.
Já Álvaro Castelo Branco, líder da Distrital do CDS-PP, não se poupou em elogios ao candidato, reforçando a confiança numa pessoa que tem todas as potencialidades para ganhar. 
"Na situação em que o país se encontra, não tenho dúvidas, que o Leonel é o melhor para o concelho. As autarquias têm de ser geridas com contas certas e consciência social. Sabemos que enquanto políticos temos de ter noção que o nosso trabalho deverá ser ajudar as pessoas e se há alguém que tem essas caraterísticas é o Leonel", afirmou, criticando o facto de existirem no concelho freguesias que não dispõem de ligação à rede de saneamento: "é inacreditável como é que em Lousada o saneamento ainda não chega a todos os munícipes. Um país, uma terra ou um concelho que se quer desenvolvido e atingir patamares mínimos de qualidade de vida tem de ter uma cobertura total de saneamento e é um dos indicadores mais importantes para se saber se um município é desenvolvido". 

 

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“Um ciclo de viragem para todos lousadenses”


Ao TVS, Leonel Vieira, que nas autárquicas de 2009 obteve 37,63% dos votos contra 57,69% de Jorge Magalhães, reiterou a ideia que é possível colocar um ponto final à gestão socialista, que governa a autarquia há mais de 20 anos.
"Se não sentisse a convicção de que é possível vencer não seria candidato. Apresento-me a votos porque tenho um projeto e tenho a convicção de que ele é exequível. É um programa que promete projetar um conjunto de investimentos que são fundamentais para o concelho. O contacto que tenho mantido com os munícipes das diferentes freguesias, diz-me que este é o momento e que se aproxima um ciclo de viragem para todos os lousadenses", salientou. 

“O atual presidente da Câmara foi eleito em 1989 e foi sendo sucessivamente reeleito e nem sempre o PS geriu o país da melhor forma”


O candidato mostrou-se igualmente convencido que os eleitores vão sufragar o projeto da Coligação PSD/CDS-PP independentemente do receio de que a atual conjuntura económico-financeira possa fragilizar as candidaturas de direita ou centro direita: "Os lousadenses são pessoas esclarecidas e saberão distinguir um ato eleitoral do outro até porque o atual presidente da Câmara foi eleito em 1989 e foi sendo sucessivamente reeleito e nem sempre o PS esteve no seu melhor ou geriu o país da melhor forma.  Os lousadenses mais do que questões nacionais, mais do que votar nos próprios partidos votam em projetos, em pessoas e ideias".

Apoio a candidato independente em Vilar


Leonel Vieira assegurou, ainda, que acredita que a reforma da Administração Local não irá afetar, no essencial, o processo da escolha dos candidatos às respetivas juntas, afirmando que a coligação irá apresentar candidatos a todas as freguesias, com a exceção de Vilar de Torno e Alentém, em que irá apoiar António Silva, em lista independente. 
"Desde o início deste processo que nos demarcarmos desta reforma mais pela forma como foi conduzida, mas como é óbvio não nos podemos imiscuir da nova realidade e nesse sentido iremos apresentar candidatos tendo em conta o novo desenho e o novo mapa do concelho”, afirmou
A nova agregação trará mais visibilidade a algumas freguesias que vão adquirir uma nova dimensão, independentemente da sua visibilidade, terão de ser tratadas de forma igual e esse sempre foi o meu compromisso. Serei o presidente de Câmara das freguesias". 
Quanto à elaboração das listas e restantes candidatos, lembrou que eles “serão divulgados de forma faseada, em tempo útil, para que os eleitores possam conhecer as pessoas em causa assim como as suas propostas”.


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Agostinho Gaspar: “Os lousadenses vão eleger pessoas e não partidos”


À margem dos discursos, o líder da Comissão Política Concelhia do PSD Lousada e também vereador camarário, Agostinho Gaspar, mostrou-se solidário com as metas propostas pelo candidato e com a ambição da coligação: "Estamos otimistas porque temos a convicção forte que temos o melhor candidato, o melhor programa eleitoral, e uma grande força de vontade de mudar o rumo do concelho, apostando no seu desenvolvimento integrado".
Agostinho Gaspar desvalorizou, por outro lado, a ideia de que a atual situação económico-financeira difícil com que o país está confrontado possa ter qualquer influência nos resultados das eleições autárquicas. "Julgo que os eleitores vão ter de decidir entre duas figuras, o nosso candidato e o do PS e não tanto os partidos. Não são estes que governam as câmaras, mas sim as pessoas. A opção aqui é clara e passa por escolher um candidato que está mais próximo da população, que tem mais sensibilidade social, quer mudar o rosto do concelho, captar mais investimento, criar condições para fixar os lousadenses na sua terra e combater o flagelo do desemprego".

 

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Inácio Ribeiro: “um projeto em que acredito”


O presidente da Câmara de Felgueiras, sublinhou as caraterísticas pessoais e o profissionalismo do candidato: "Acima de tudo sou um amigo de Leonel Vieira e é nessa qualidade que estou aqui, a quem desejo os maiores sucessos pessoais e profissionais. Ele personifica um projeto em que acredito, num município onde tenho as minhas raízes paternas".
Inácio Ribeiro desvalorizou uma eventual penalização aos candidatos do arco da coligação de direita, seja em Lousada ou noutros concelhos: "Penso que os portugueses têm maturidade política suficiente para separar as coisas. Haverá quem pretenda associar uma coisa à outra, mas julgo que a maioria dos eleitores irá distinguir os processos e os projetos eleitorais e primar quem verdadeiramente tem propostas para os seus concelhos".


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Prioridades


Emprego

- Criação da Agência Municipal para o Investidor, para captar investimento e emprego para o concelho
- criar eventos que tragam gente ao concelho e o dinamizem
- apoio aos agricultores, através da formação e ajuda na venda e produção de produtos

Educação

- Aumentar o número de bolsas de estudo para alunos carenciados que frequentam o ensino superior
- criar em conjunto com as IPSS uma nova rede de creches
- apoiar as famílias com a oferta de livros escolares a todas as crianças que frequentem a escola até ao 6.º ano (1.º e 2.º ciclos)
- adquirir esses manuais no comércio tradicional de Lousada, apoiando os comerciantes

Desenvolvimento Social

- Baixar a taxa de IMI sobre os prédios urbanos do valor actual de 0,38 para 0,3, a taxa mínima
- diminuir o preço da água e saneamento
- combate ao isolamento dos idosos, fomentando o apoio social e os cuidados de proximidade.

 


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Comissão de Honra

Agostinho Alves - Contabilista 
Ana Maria Solha - Professora 
António Coelho da Rocha - Juiz Desembargador 
António Ferreira - Empresário
António Martins - Empresário
António Moreira - Comissário de Policia  
Bernardino Pacheco - Professor e Escritor 
Cândido Lousada - Engenheiro e Presidente da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de Lousada e da Adega Cooperativa de Lousada 
Carlos Mota - Escrivão de Direito no Tribunal de Lousada 
Carlos Santos - Médico e Diretor Clinico do Hospital de Lousada
Carlos Pacheco - Médico e Ex-Vereador do Ambiente na Câmara Municipal
Diogo Fernandes - Professor e Presidente do Conselho Geral 
do Agrupamento Lousada Centro
Eduardo Araújo - Advogado 
Emília Carvalho - Enfermeira 
Fátima Teixeira - Bancária
Germano Moreira - Advogado 
Jaime Peixoto - Adjunto - Chefe de Finanças 
Jorge Neto - Advogado e Ex-Secretário de Estado da Defesa
José Alberto Ferreira - Bancário 
José Maria Leal - Contabilista
José Eduardo Almeida - Gerente Bancário 
Júlia Ribeiro - Advogada 
Lino Ferreira - Professor e Secretário-geral da Junta Metropolitana do Porto e Ex-Diretor Regional da DREN.
Luís Machado - Cantor e Dirigente Associativo 
Luís Santos - Coordenador do Serviço Local da Segurança Social de Lousada 
Manuel Bessa - Gerente Bancário 
Manuel Fernandes - Empresário
Manuel Morais Peixoto - Notário
Margarida Carvalho - Médica Pediatra 
Márcio Moreira - Arquiteto 
Nuno Silvano - Advogado 
Orlando Pereira - Professor e Diretor do Agrup. de Escolas Lousada Este
Paulo Rocha - Bancário
Pedro Guerra - Advogado     
Pedro Mariano - Gerente Bancário 
Tiago Marques Ferreira - Advogado 
Vasco Bessa - Enfermeiro e Presidente da AMI/Lousada

 

Miguel Ângelo / Sérgio Afonso


publicado por José Carlos Silva, às 07:58link do post | comentar

Soares  diz que Governo é ilegítimo    

In Expresso 

      O ex-Presidente da República  abriu o encontro, que junta esta noite elementos dos vários partidos de esquerda  na Aula Magna, ...

Ler mais: http://expresso.sapo.pt#ixzz2UqpSH0Aa


publicado por José Carlos Silva, às 07:45link do post | comentar

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30
Mai 13
publicado por José Carlos Silva, às 21:17link do post | comentar
  1. Acto ou efeito de consentir.
  2. Manifestação que autoriza algo. = AUTORIZAÇÃO, LICENÇA, PERMISSÃO
  3. Manifestação a favor de algo ou alguém. = ADESÃO, ANUÊNCIA, APROVAÇÃO
  4. Tolerância.
  5. Acordo ou conformidade de opiniões (ex.: mútuo consentimento).
  6. Ordem.

 

7. Eufemismo para acordo entre Partido Social Democrata e Partido Socialista

 

8. Quase Bloco Central

 

 

Rodrigo Moita de Deus, in 31 da Armada


publicado por José Carlos Silva, às 21:11link do post | comentar

Mário Soares pede queda do Governo

O antigo Presidente da República defende que é preciso o Governo cair para Portugal se libertar da (...)

 

Correio da Manhã.


publicado por José Carlos Silva, às 21:04link do post | comentar

DN30MAi13


publicado por José Carlos Silva, às 07:23link do post | comentar

Os únicos professores que estão livres da mobilidade especial são os dirigentes sindicais

Chegámos a este paradoxo: os únicos professores que estão completamente livres de irem parar à mobilidade especial, leia-se desemprego, são os docentes que convocam as greves às avaliações internas e aos exames mas não as fazem porque são dirigentes sindicais.
Os professores que convocam as greves sem as fazerem não podem ser despedidos pelo MEC, embora seja o MEC a pagar-lhes o salário. Mais paradoxal ainda: esses professores são pagos pelo MEC para dizer mal do MEC, levá-lo a tribunal e ameaçar os alunos que muito justamente querem que os deixem fazer os exames em paz.
E têm todo o tempo do Mundo para dizer mal do MEC, levá-lo a tribunal e ameaçar os alunos que querem fazer exames porque eles não dão aulas nem precisam de meter os pés na escola a cujos quadros pertencem.
Os ministros mudam, quando muito aguentam quatro anos no cargo, os dirigentes sindicais estão há décadas à frente dos sindicatos. O Nogueira é o homem com mais influência na Educação em Portugal. E há mais tempo a exercer influência.

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