Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
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Jun 13
publicado por José Carlos Silva, às 23:57link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 19:32link do post | comentar

 

O discurso do gajo porreiro

 

 

Companheiros, o nosso país não pode continuar assim. Temos uma enorme responsabilidade sobre nós! Ou cedemos aos interesses mais obscuros daqueles que querem fazer da humanidade um lugar de negócio, onde não há espaço para a solidariedade e a humanidade, ou nos levantamos e gritamos basta! E basta! Porque não é hora de lamúrias, é tempo de convicções! E basta! Porque não é momento de dúvidas, é a altura da certeza de que Portugal sobreviverá, de que este país não tem de viver dos ditames externos!

 

Não somos um povo deslumbrado por um punhado de vendedores de ilusões. Nós somos os descendentes de Vasco da Gama e de Pedro Álvares Cabral, de todos os heróis que cantou Camões e daqueles que, perante a ameaça da falta de dignidade defenestrou um traidor chamado Miguel de Vasconcelos. Nós estamos juntos, e manter-nos-emos juntos, por muito que aqueles que capitulam rastejem em Bruxelas e em Berlim, quase pedindo desculpas de termos querido um país melhor, mais justo e mais moderno!

 

Há quem não reconheça que temos direitos como seres humanos! Que temos direitos que nos foram conferidos por anos de luta de que eles estiveram sempre arredados! Que não podem destruir o que várias gerações construíram, porque jamais o permitiremos!

 

Diremos não em conjunto! Seremos todos! E sabemos que temos razão. Cantemos o Grândola, companheiros, que é a canção da nossa liberdade!

 

Este é o discurso do gajo porreiro, não diz absolutamente nada de concreto, muito menos de que vamos e como vamos viver. Mas anima muito as hostes, porque o sonho - dizem - é tudo e está extraordinariamente em voga em qualquer manifestação perto de nós.

 

Para os pessimistas (ou realistas) como eu, para aqueles que têm a certeza de que ainda são preciso sacrifícios, não há quem aplauda. Pelo contrário, somos uns reacionários e uns desmancha-prazeres.

 

E vocês nem imaginam o que era bom, o que eu gostava, que esta maldita crise se resolvesse

 

Henrique-Monteiro, IN EXPRESSO


publicado por José Carlos Silva, às 19:16link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 08:35link do post | comentar


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Tão querido :')Beijinhos
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