Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
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Jun 13
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Ora, o que faz  no poder um Governo que falha? 

 

A pergunta é retórica, porque na verdade este Governo olha à  volta para outros Governos que têm estado a falhar. Hollande falhou; Obama não é  o que se esperava; Dilma tem problemas; Enrico Letta teve de se aliar ao  pavoroso (e agora condenado) Berlusconi; Cameron é o que se vê; Merkel faz  promessas tontas para se aguentar no poder. 

Nunca - para utilizar uma expressão cara a Vasco Pulido Valente  - o mundo esteve tão perigoso como está. Há todo um modelo a falhar e arrastar  consigo conquistas, valores, direitos. 

Esta constatação não é, como muitas vezes é entendida, uma  resignação. Pelo contrário! É um desafio. 

 

(...)

 

 

(...)«... agora  deem-me novidades. Jurem sem se rir que um Governo do PS seria substancialmente  (reparem que eu digo na substância das medidas e não apenas no modo de as  apresentar) diferente. Ou jurem-me que sair do Euro não era a tragédia que se  sabe. Ou jurem-me que romper com a troika não tinha um efeito  devastador. 

O problema não é só o Governo ter faltado à palavra, romper  promessas, tomar más decisões. O problema é muito mais vasto. 

Esta situação inteiramente nova carece de entendimentos  internos e externos, de novas regulações sobre a financeirização da economia, de  novos acordos sobre o comércio livre, de novos alinhamentos políticos, de novas  formas de representação. »

 

 

(...)

 

 

O problema reside em todos aqueles que ainda não entenderam ou  não quiseram entender que o mundo não voltará ser como era. O problema é que o  Governo insiste numa receita e as oposições noutras, embora nem uns nem outros  (nem eu, não me tomem por presunçoso) conheçam a doença. O desafio é refazer as  relações sociais num mundo diferente sem perder o essencial do que construímos.  E o essencial são coisas simples de enumerar, mas difíceis de concretizar e  preservar: em primeiro lugar a liberdade, ou melhor, as liberdades (política,  sindical, de expressão, associativa, empresarial, de propriedade, etc.); em  segundo lugar a justiça, a igualdade de todos perante uma lei efetiva e  imparcialmente exercida; em terceiro lugar, a solidariedade ou o Estado Social,  a rede de proteção aos mais fracos.

Não separo o mundo em bons e maus. Não acho que as preferências  políticas (como as religiosas) separem os justos dos delinquentes. Existe à  esquerda e à direita (assim como no Governo) quem defenda estes princípios; como  existe, à esquerda e à direita (e não sei se no Governo), quem os ataca.

Hoje, acho eu, é um bom dia para pensar nisto.

 

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/sim-o-governo-falhou-mas-agora-deem-me-novidades=f816653#ixzz2XOqPQitA


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