Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
18
Jul 13
publicado por José Carlos Silva, às 22:30link do post | comentar

Caros colegas … De acordo com as informações transmitidas, ontem, em reunião com o Sr. Diretor Geral  cumpre informar

  1. até sexta-feira, publicação das listas
  2. Após a publicação, 10 dias úteis para PERMUTAR – novidade este ano, pelo menos nesta fase.
  3. Em meados de agosto novo concurso para a manifestação de preferências para aproximação à residência (DAR).

 

Falta saber se a manifestação de preferências dos contratados será em conjunto com a mobilidade dos docentes dos quadros, mas se for, bem podem ir agora de férias descansados e regressar apenas em meados de Agosto.

Chamo a atenção para o artigo 46º do Decreto Lei 132/2012, de 27 de Junho que diz que a permuta só é possível para os docentes colocados nos vários concursos da DGAE (Interno/Externo/Mobilidade e Contratação das Listas de Agosto).

 

Permutas

Artigo 46.º

Âmbito de aplicação

1 — Aos docentes colocados nos concursos previstos nas alíneas a) e b) do n.º 1 do artigo 5.º e nas alíneas a) e b) do n.º 1 do artigo 28.º pode ser autorizada a permuta, desde que os permutantes se encontrem em exercício efetivo de funções no mesmo grupo de recrutamento e com igual duração e o mesmo número de horas de componente letiva.

 

ADENDA: A informação dada pela DGAE no norte e colocada na caixa de comentários deste post é que o concurso da mobilidade seria no início de Agosto e a indicação dos docentes sem componente letiva de 23 a 26 de Julho.

 

blogdearlindo


publicado por José Carlos Silva, às 22:22link do post | comentar

Segundo Ulrich, "o país também já passou aquela fase em que é preciso andar a dizer: entendam-se lá e andem depressa, senão isto é tudo um desastre"

 

IN DN


publicado por José Carlos Silva, às 21:53link do post | comentar
Em Santa Marinha de Lodares o Padre Joaquim Maia comemorou a novel data da Titular da Paróquia com a celebração solene de uma missa, ato que orgulhou todos os seus paroquianos. Lodares agradece-lhe o ato e venera a sua padoreira: Santa Marinha. No final os bombos de Lodares honraram a padroeira e a noite iluminou-se em sorrisos, tal a espetacularidade da sessão de fogo de artifício que a Comissão de Festa de Santa Isabel, penhoradamente, maravilhou Santa Marinha e os Lodarenses. Parabéns Mãe de Deus e Nossa Mãe.

 


A Lenda

 

«Diz a tradição que eram oito irmãs gémeas: Basília, Eufêmia; Genebra; Liberata (também conhecida como Vilgeforte); Marciana; Marinha; Quitéria e Vitória, nascidas na cidade de Braga, no ano de 120, filhas de um casal de pagãos, Calcia, e de um oficial romano, Lúcio Caio, régulo de Braga, o qual, quando elas nasceram estaria ausente da cidade. Como na cidade ninguém acreditava que as gémeas pudessem ser filhas do mesmo pai, o acontecimento causou enorme embaraço à mãe que, teria encarregado a parteira de as afogar. Em vez disso a mulher, que era Cristã, levou-as ao Arcebispo para que as baptizasse e lhes desse destino. Foram então entregues a amas cristãs, crescendo e vivendo perto umas das outras, até aos 10 anos de idade.

Por esse tempo, o César romano ordenou a perseguição aos cristãos na Península Ibérica e nessa perseguição, os soldados viriam a descobrir as gémeas, que foram detidas, sendo levadas à presença do régulo. Este acabou por constatar que elas, afinal, eram suas filhas e quis convencê-las a renunciar à sua fé e a abraçar o paganismo.

Diz a lenda que Santa Marinha por ser muito formosa, seu pai prometeu-a a um alto funcionário, mas esta recusou-se obstinadamente a casar para não abjurar da sua fé, nem sacrificar o tálamo virginal. Naqueles tempos, recusar casório equivalia a uma sentença de morte, e face à sua resistência, mandou que junto com as suas irmãs ficassem enclausuradas no Palácio.

Sucedeu que as prisioneiras durante a noite, por intervenção sobrenatural ou com a ajuda da própria mãe, lograram alcançar a liberdade. Todavia, Santa Marinha, teria sido apanhada e condenada à morte. Tudo suportou: açoites, carnes golpeadas com pentes de ferro, as costas e peitos queimados com ferros em brasa, metida numa fornalha em chamas, sendo então degolada em 18 de Julho de 130.

Por ser demasiado lendária a sua história e por tal se duvidar da sua existência, a segunda e definitiva morte ocorreu séculos depois. Segundo reza a segunda versão, Santa Marinha nascera nos idos séculos III ou IV, lá para os lados da província romana da Síria e para evitar o ultraje contra a sua fé, mas acima de tudo contra a sua pureza virginal, atirou-se do telhado do palácio e caiu num fosso onde estava um dragão, porém, armada da fé, duma cruz e duma espada, venceu e derrotou o demónio. Escapou ao demónio, mas caiu nas vis garras do governador romano, em cujas mãos padeceu martírios sem conta e cruel morte. Seja como fôr, ganhou a merecida palma do martírio e de Santa e castíssima Virgem.»

publicado por José Carlos Silva, às 21:30link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 20:59link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 20:16link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 20:11link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 17:07link do post | comentar | ver comentários (1)

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publicado por José Carlos Silva, às 13:55link do post | comentar

À medida que o acordo se apresenta como uma possbilidade,  aumenta igualmente o ruído de alguns que vêem na sua concretização uma machadada  nas suas pequenas contas políticas. João Galamba, um mais ou menos eterno jovem  do PS, disse que ele seria um suicídio para António José Seguro, embora eu não  acredite que ele esteja assim tão preocupado com a saúde do líder do PS. Talvez  esteja mais com a dele.

Quem viveu o suficiente já viu muita coisa. Há momentos de  corte que são significativos e este é um deles. Como há quase 40 anos, o PS  torna-se partido charneira. O futuro do país depende, em muito, do lado para o  qual os socialistas pendem. Se então, como, mais tarde, em 1983, o PS tivesse  ido atrás de certas teses com muito floreado e pouca responsabilidade, o PS  ter-se-ia, aí sim, suicidado. Foi o facto de ter olhado para o país real, para  as necessidades reais e não ter ficado enredado em prisões ideológicas sem  sentido que fez com que o PS conseguisse salvar o país e salvar-se a si  próprio. Hoje, estamos de novo, num momento assim. Mas há que dizer que ao  esforço do PS tem de corresponder igual esforço do PSD e do CDS.

Creio que os partidos perceberão que a sua sobrevivência  depende muito do que hoje fizerem.

HenriquMonteiro              

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-acordo-e-o-suicidio-do-ps=f821064#ixzz2ZOwcZSeB


publicado por José Carlos Silva, às 13:47link do post | comentar

Até no café já ouvi a comparação, pois, pá, isto está tal e  qual como a I República, o caos entre partidos, um regime desorganizado,  dissolvente, sem rumo. Ora, vamos lá com calminha, vamos lá ver se nos  entendemos: a I República tinha um rumo, era o rumo autoritário dos republicanos  de Afonso Costa, o rumo ditatorial do Partido Democrático, a União Nacional  daquele tempo. Por outras palavras, não existe qualquer semelhança entre o  regime chavista de Afonso Costa e a nossa III República. Com todos os seus  defeitos, a nossa democracia pós-82 está dentro dos padrões europeus. Aquilo que  ficou conhecido pelo eufemismo de "I República" era um regime autocrático fora  dos padrões das democracias europeias da época.

 

Ao contrário do que reza a lenda republicana e soarista, a I  República não deu o sufrágio universal aos portugueses. Aliás, a Monarquia foi  mais democrática do que a República. Nos primeiros anos, Afonso Costa  manteve o sufrágio censitário herdado da Monarquia (o normal na época), mas em  1913 cortou para metade o número de eleitores. Além disso, convém registar que  as eleições da I República não eram muito diferentes das eleições no Estado  Novo. Para assegurar o resultado certo, o Partido Democrático colocava capangas  junto das urnas. E na questão da liberdade de imprensa? A nossa Monarquia foi um  dos regimes mais livres de toda a Europa. Durante décadas, os republicanos  tiveram liberdade total para fazerem comícios e publicarem pasquins  anti-Monarquia. Ao invés, o Partido Democrático atacou violentamente a liberdade  de imprensa. De forma rotineira, os capangas da "formiga branca" vandalizavam as  sedes dos jornais inimigos do partido.

 

A I República foi um regime de partido único. Não foi um regime  inclusivo, não foi o chão comum constitucional e democrático para todas as  facções. Pelo contrário, foi o veículo que uma facção usou para humilhar as  outras facções. Se querem comparar, comparem a I República com o Estado Novo e a  nossa III República com a Monarquia Constitucional.  Sim, o regime mais  parecido com a nossa democracia é a Monarquia Constitucional. Não por acaso, os  poderes do Presidente são parecidos com os poderes do Rei. Tal como o monarca, o  Presidente é o árbitro do regime. Tal como o Rei de outrora, o Presidente de  hoje tem poderes vastos mas imprecisos, poderes demasiado dependentes do perfil  pessoal do detentor do cargo. Na minha modesta opinião, esta imprecisão foi uma  das causas da queda do constitucionalismo monárquico em 1910. Como será  agora?

 

Henrique Raposo

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/e-ridiculo-comparar-a-i-republica-com-esta-iii-republica=f821003#ixzz2ZOukQAZj


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