Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
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Jul 13
publicado por José Carlos Silva, às 18:45link do post | comentar
«Existem coisas na política Lousadense muito pouco sérias, onde a ética e a verdade não andam de mãos dadas. É tempo de quem gere o municipio responder a uma dúvida que persiste nas freguesias. O candidato socialista afirma que a situação financeira do municipio é invejável, mas ao mesmo tempo diz aos Presidentes de Junta  [do concelho de Lousada] que não tem dinheiro para as freguesias. Afinal em que ficamos Caro candidato socialista? E boa ou má a contabilidade da câmara? Existe ou não dinheiro? Decida-se a bem de Lousada.»
 

Nuno Ferreira (in facebook)


publicado por José Carlos Silva, às 15:12link do post | comentar

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publicado por José Carlos Silva, às 14:48link do post | comentar


publicado por José Carlos Silva, às 12:20link do post | comentar

O MEC acaba de publicar um ebook com o título Referenciais para uma Educação Financeira. Tem conteúdos adaptados à educação pré-escolar, ensino básico e ensino secundário.


O ebook destina-se a ser usado pelos docentes na área transversal de educação para a cidadania. Não gosto muito do termo "educação para a cidadania". É um termo facilmente apropriado pelos autores que alimentam a "educação cidadã". Prefiro o termo "educação do caráter". A educação financeira depende da aquisição de duas virtudes essenciais: a prudência e a boa deliberação. E depende também da aquisição de uma virtude do caráter muito esquecida das escolas: a temperança. A educação financeira, tal como qualquer outro domínio da educação do caráter, faz-se através de um processo continuo de aquisição de bons hábitos. E os bons hábitos sobre como poupar e onde e sobre como gastar e onde adquirem-se através do exemplo, da exortação, da correção e da prática. A educação financeira começa na família, continua na escola e prolonga-se na sociedade. Quando as elites políticas e financeiras dão maus exemplos sobre como e onde gastar é natural que a consequência seja a aquisição de maus hábitos por parte das crianças e jovens. A educação financeira não se faz lendo livros sobre o assunto embora a informação possa ajudar. Se a educação financeira resultasse da leitura de livros, os banqueiros, os economistas e os políticos não teriam levado o nosso país à bancarrota. Não foi por falta de leituras que eles precipitaram o país na insolvência. Foi por falta de bons hábitos. Por falta de caráter. Resulta daqui que o que é preciso é educar o caráter. Mas o bom caráter é o produto da genética e da aquisição de bons hábitos. Sem bons exemplos não há bons hábitos. E sem bons hábitos não há prudência, nem temperança nem boa deliberação.

publicado por José Carlos Silva, às 12:15link do post | comentar

      

    

publicado por José Carlos Silva, às 11:49link do post | comentar

Ser político. Nos dias que correm, a palavra "político" parece estar algo desprestigiada, quer porque está associada a conflitos e a discussões sem sentido, quer porque aparece agregada a alguns escândalos financeiros. Talvez por isso, algumas pessoas, quando convidadas a integrar as listas para as eleições autárquicas do próximo dia 29 de Setembro, hesitem em aceitar o convite.

 

A propósito disto, lembrei-me do que disse há umas semanas o Papa Francisco numa das suas audiências gerais. O Papa lembrou que "o envolvimento da política é uma obrigação para um cristão". E explicou porquê: "Os cristãos não podem fazer como Pilatos, lavar as mãos. Devemos implicar-nos na política, porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, visto que procura o bem comum. […] Dir-me-ão: a política é demasiado suja. Mas é suja porque os cristãos não se implicaram com o espírito evangélico. É fácil atirar culpas… mas eu, que faço? Trabalhar para o bem comum é um dever de cristão".

 

As palavras do Papa Francisco fazem cair por terra a tese dos que afirmam que a política não é para pessoas sérias. Hoje, mais do que nunca, a política precisa de pessoas que sejam movidas por um afã recto e nobre de melhorar a sociedade. A política precisa de pessoas dispostas a servir, pessoas que quando chegarem aos seus cargos sejam verdadeiros servidores de quem os elegeu. Fazem falta pessoas que tenham a humildade de se desprender dos próprios projectos e, mais do que ficarem presas ao que querem fazer, perguntem o que necessitam aqueles que os elegeram e em que os podem servir.

 

Parece-me conveniente eleger políticos que estejam mais disponíveis para ouvir os cidadãos comuns para perceberem onde decidir gastar o tempo e o dinheiro que lhes corresponde administrar. Em geral, diz-me a experiência que as pessoas, as famílias, querem coisas simples, mas concretas e muito importantes. As pessoas querem ter trabalho, segurança nas ruas e em casa, acesso à saúde, boa educação para os filhos e estabilidade.

 

Como afirmou o Papa Francisco, a política tomada como serviço público não é um trabalho sujo.

 

Francisco Coelho da Rocha, in Diretor do Verdadeiro Olhar


publicado por José Carlos Silva, às 11:02link do post | comentar

Nunca virámos a cara aos enormes problemas que herdámos. Muitos desses problemas tinham e têm uma envergadura e complexidade sem precedentes na nossa história democrática. Ora, quanto mais complexos e profundos são os problemas que temos de enfrentar, menos nos devemos render a voluntarismos precipitados, a declamações vazias de conteúdo ou a gestos inconsequentes. Todos nós, agentes políticos e sociedade civil, devemos estar preparados para rejeitar as “terríveis simplificações”, e, ao fazê-lo, estaremos a dar um bom contributo para fortalecer a nossa democracia, uma democracia de pessoas adultas, livres e responsáveis. No que diz respeito ao Governo e à coligação parlamentar não adiámos soluções, nem nos refugiámos num País imaginário. Fizemos o que era necessário para salvar o País de um colapso económico e social de consequências devastadoras.

 

 

(...)

 

 

Nesse sentido muito prático, a oposição é financeiramente irresponsável porque nunca responde pelas consequências mais do que óbvias das suas proclamações. No caso dos partidos mais à esquerda essa irresponsabilidade é evidente. Mas esta é a oportunidade para o Partido Socialista fazer uma separação de águas. É o momento de o PS mostrar que sabe assumir a responsabilidade de contribuir ativamente para a resolução dos problemas nacionais e de ultrapassar as suas hesitações. Não reconhecer a importância histórica deste momento seria desiludir o legado do PS como um partido da integração de Portugal na Europa e como um partido com um papel importantíssimo na fundação da nossa democracia. O País precisa de um Partido Socialista que, como partido que aspira a governar, não acalente a fantasia de uma súbita e perpétua vontade de o Norte da Europa passar a pagar as nossas dívidas provavelmente para sempre. O País precisa de um Partido Socialista que aceite o convite do Senhor Presidente da República para lançarmos as bases concretas e realistas do nosso futuro colectivo.

 

(...)

 

A oposição insiste em introduzir no debate político mistificações acerca do modo como atacámos um outro problema muito grave, criado nos últimos 15 anos, das rendas excessivas. Uma vez mais, devemos falar de factos, e não de construções retóricas. Factos, e não enganos que visam apenas confundir as pessoas. Nas PPP, cujos encargos futuros foram sempre subindo até este Governo assumir funções, conseguimos poupanças acumuladas de 5 200 milhões de euros. No sector energético, as poupanças atingem 2 100 milhões de euros. Na Saúde, só entre 2012 e 2014 cortámos 1240 milhões de euros em rendas injustificadas face a 2010. Só uma oposição cega não vê nesta política e nestes resultados a ação para a justiça, para a equidade, para a sensatez financeira e para a racionalidade económica como nunca houve em Portugal.

 

(...)

 

A resposta confiante e decidida do Governo a esta moção de censura reflete aquele que é, mais do que qualquer outro, o nosso grande desígnio e pelo qual não desistiremos de lutar: o desígnio de construir o País mais próspero, mais justo e mais democrático que queremos para os nossos filhos. Sabíamos que nestas circunstâncias pagaríamos um elevado preço político, inflacionado pela demagogia da oposição. Mas se agora soubermos todos, incluindo a oposição, estar à altura do momento histórico que estamos a viver, poderemos servir o interesse nacional. Para o Governo, o País esteve sempre primeiro. E continuará a estar. Essa é uma prioridade de que nunca abdicaremos.


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