Ao destino ninguém foge: vai cumprir-se o ideal - um tempo novo paira...
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Jul 13
publicado por José Carlos Silva, às 13:55link do post | comentar

À medida que o acordo se apresenta como uma possbilidade,  aumenta igualmente o ruído de alguns que vêem na sua concretização uma machadada  nas suas pequenas contas políticas. João Galamba, um mais ou menos eterno jovem  do PS, disse que ele seria um suicídio para António José Seguro, embora eu não  acredite que ele esteja assim tão preocupado com a saúde do líder do PS. Talvez  esteja mais com a dele.

Quem viveu o suficiente já viu muita coisa. Há momentos de  corte que são significativos e este é um deles. Como há quase 40 anos, o PS  torna-se partido charneira. O futuro do país depende, em muito, do lado para o  qual os socialistas pendem. Se então, como, mais tarde, em 1983, o PS tivesse  ido atrás de certas teses com muito floreado e pouca responsabilidade, o PS  ter-se-ia, aí sim, suicidado. Foi o facto de ter olhado para o país real, para  as necessidades reais e não ter ficado enredado em prisões ideológicas sem  sentido que fez com que o PS conseguisse salvar o país e salvar-se a si  próprio. Hoje, estamos de novo, num momento assim. Mas há que dizer que ao  esforço do PS tem de corresponder igual esforço do PSD e do CDS.

Creio que os partidos perceberão que a sua sobrevivência  depende muito do que hoje fizerem.

HenriquMonteiro              

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-acordo-e-o-suicidio-do-ps=f821064#ixzz2ZOwcZSeB


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Tão querido :')Beijinhos
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